Hoje, na aula, assistimos o filme ''Romeu e Julieta'', de Franco Zeffirelli e também continuamos a produção do trabalho sobre o livro da feira do livro,''Sangue no último ato'', de Orlando Fonseca.
Este ano, o blog estará a serviços das minhas aulas de Língua Portuguesa na Escola Vila Nova/Igrejinha,RS
terça-feira, 28 de maio de 2013
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Tamara Dreher Turma: 192 27/05/2013
Hoje olhamos o filme Romeu e Julieta, de Franco Zeffirelli e começamos um trabalho em grupo sobre o livro "Sangue no último ato", do escritor Orlando Fonseca para a feira do livro.
sexta-feira, 24 de maio de 2013
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Laura Gabriela Pinto Turma: 193 23/05/2013
Bom tempo sem tempo
Não chovia, a meses a fio. Ou chovia demais. As plantas secavam, os animais morriam, os moradores emigravam. As plantas submergiam, os animais morriam, as pessoas não tinham tempo de emigrar. Assim era a vida naquele lugar privilegiado, onde medrava tudo para todos, havendo bom tempo. Mas não havia bom tempo. Havia o exagero dos elementos.
O mágico chegou para reorganizar a vida, e mandou que as chuvas cessassem. Cessaram. Ordenou que a seca findasse. Findou. Sobreveio um tempo temperado, ameno, bom pra tudo, e os moradores estranharam. Assim também não foi possível, diziam. Podemos fazer tantas coisas boas ao mesmo tempo que não há tempo para fazê-las. Antes, quando estiava ou chovia pouco - isto é, no intervalo das grandes enchentes ou das grandes secas - , a gente aproveitava para fazer alguma coisa. Se o sol abrasava, podíamos fugir. Se a água vinha em catadupa, os que escapavam tinham o que contar. Quem voltasse do êxodo vinha de alma nova. Quem sobrevivesse à enchente era proclamado herói. Mas agora, tudo normal, como aproveitar tantas condições estupendas, se não temos capacidade para isto?
Queriam linchar o mágico, mas ele fugiu a toda.
ANDRADE, Carlos Drummond
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Ramon Reis de Almeida Turma: 192 20/05/2013
Hoje lemos o livro "Sangue no último ato", de Orlando Fonseca.
Gostei muito do livro, pois retrata bem alguns problemas adolescentes e em uma linguagem bem atual.
Vamos fazer um trabalho sobre ele, acho que meu grupo vai se dar bem, pois, pelo menos eu, estou bem entusiasmado.
Então me desejem sorte, tchau e até a próxima.
Luquem Daniel Fenner Lopez Turma: 183 17/05/2013
Tosco é um jovem comum, reflexo de tantos outros empenhados em viver ou, muitas vezes, apenas sobreviver. Parece ser um sujeito sensível e de boa índole. Porém suas ações o contradizem. É comum ser manipulador agressivo ao extremo, e chega a chocar. As consequências de seu comportamento pouco adaptado conduzem-no a situações de sofrimento e vitimização. Mas,como acontece na vida das pessoas, as oportunidades aparecem, e estas, por vezes são aproveitadas; outras, desperdiçadas.
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Luan Zotti Turma: 193 16/05/2013
Minha namorada
(Vinicius de Moraes e Carlos Lyra)
Meu poeta eu hoje estou contente
Todo mundo de repente ficou lindo
Ficou lindo de morrer
Eu hoje estou me rindo
Nem eu mesmo sei de que
Porque eu recebi
Uma cartinhazinha de você
Se você quer ser minha namorada
Ai que linda namorada
Você poderia ser
Se quiser ser somente minha
Exatamente essa coisinha
Essa coisa toda minha
Que ninguém mais pode ter
Você tem que me fazer
Um juramento
De só ter um pensamento
Ser só minha até morrer
E também de não perder esse jeitinho
De falar devagarinho
Essas histórias de você
E de repente me fazer muita carinho
E chorar de mansinho
Sem ninguém saber porquê.
(Vinicius de Moraes e Carlos Lyra)
Meu poeta eu hoje estou contente
Todo mundo de repente ficou lindo
Ficou lindo de morrer
Eu hoje estou me rindo
Nem eu mesmo sei de que
Porque eu recebi
Uma cartinhazinha de você
Se você quer ser minha namorada
Ai que linda namorada
Você poderia ser
Se quiser ser somente minha
Exatamente essa coisinha
Essa coisa toda minha
Que ninguém mais pode ter
Você tem que me fazer
Um juramento
De só ter um pensamento
Ser só minha até morrer
E também de não perder esse jeitinho
De falar devagarinho
Essas histórias de você
E de repente me fazer muita carinho
E chorar de mansinho
Sem ninguém saber porquê.
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